Das metamorfoses
eu guardo as lembranças dos momentos
felizes.
O resto são objetos perdidos.
Feliz como quem
encontra um paraíso há muito tempo perdido.
Sua aparição, um
poema.
Uma aventura no parque, interlúdio para uma nova
história.
Entre as enormes ruínas do meu passado, sentamos
felizes.
Caminhando entre as ruas que nós mesmos
construímos,
planos.
O vento que ensurdece
o
passeio que harmoniza.
Lembro das palavras não ditas,
o
silêncio que atrapalha,
as paixões mal-sucedidas.
são
os pequenos tropeços da vida.
Sem desespero, como crianças
brincando na escola,
você me estende a mão dizendo:
-
Vem, são velhas recordações.
Marcello Lopes 03/12/07

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